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Faça o teste para avaliar a satisfação da rede de franquias

6/9/2013

Em nosso contato com os clientes, temos percebido que é bem comum que um franqueador demore a perceber a insatisfação da sua rede ou então não entenda exatamente qual é o verdadeiro motivo que leva alguns franqueados a reclamar.

Para tentar ajudar o franqueador a descobrir se as queixas são mesmo pontuais ou se há algum problema mais grave em sua rede, montamos um simples teste que serve apenas para acender - ou não, tomara - um sinal de alerta.

O franqueador deve apenas responder as cinco perguntas abaixo e assim descobrir se sabe mesmo o que está acontecendo com a sua rede de franquias hoje:

1) Você sabe se a maioria dos franqueados tem obtido resultados financeiros positivos nos últimos meses?

a) Sim, os indicadores de desempenho que acompanho mensalmente mostram que a maioria dos franqueados tem obtido o lucro esperado.

b) Não sei, acompanho apenas os resultados de vendas da rede e não consigo afirmar se a maioria das unidades tem dado lucro ou não.

c) Não, os indicadores de desempenho que acompanho mensalmente mostram que a maioria dos franqueados não tem obtido o lucro esperado.

2) Algumas das melhorias que você implantou recentemente foram ideias que surgiram a partir de sugestões de franqueados?

a) Sim, temos processos claros para que o franqueado envie sugestões e frequentemente recebemos ideias inspiradoras.

b) Não, dificilmente recebemos sugestões dos franqueados.

c) Não, não temos um canal direto de comunicação com os franqueados porque receberíamos mais críticas do que sugestões.

3) Caso você decidisse elevar só um pouquinho o valor da taxa de propaganda ou dos royalties, como os franqueados reagiriam?

a) Eles reclamariam, mas acho que aceitariam pagar se conseguíssemos mostrar que o aumento melhoraria ainda mais a qualidade do suporte de gestão e dos serviços de marketing e comunicação que prestamos.

b) Eles reclamariam muito e a queixa mais ouvida seria: "a franqueadora já cobra muito pelo pouco que entrega".

c) Os franqueados ficariam revoltados, simplesmente se negariam a pagar e ainda se uniriam contra a franqueadora.

4) Ao tentar vender uma franquia, você incentivaria um candidato a falar com qualquer franqueado da sua rede, em vez de passar apenas os contatos de quem está contente e satisfeito?

a) Sim, porque mesmo que algum franqueado insatisfeito falasse mal da franquia, eu teria como mostrar para o candidato que os eventuais problemas apontados não são graves e não comprometem o resultado do negócio.

b) Não, porque temos alguns franqueados bastante insatisfeitos hoje, embora sejam minoria.

c) Não, porque algum franqueado poderia apontar problemas sérios que fariam o candidato desistir da compra.

5) Por fim, você acredita que a maioria de seus franqueados está satisfeita a ponto de indicar a compra de uma franquia da sua rede para um amigo?

a) Eu tenho contato permanente com meus franqueados e tenho certeza que a maioria indicaria a franquia para um amigo sim.

b) Eu não conheço meus franqueados tão bem assim para ter certeza, mas acredito que a maioria indicaria a franquia sim.

c) Eu não conheço meus franqueados tão bem assim para ter certeza, mas acredito que a maioria não indicaria a franquia.

PONTUAÇÃO

A = 3

B = 2

C = 1

RESULTADOS

Até 6 pontos

Seus franqueados enfrentam alguns problemas e é melhor identificá-los e saná-los antes que eles comecem a prejudicar seriamente o seu negócio. Recomendamos que você faça um Check-Up da rede. Clique aqui e veja o vídeo em que Marcelo Cherto explica como essa ferramenta funciona e para que ela serve.

De 7 a 9 pontos

É possível que você não conheça ou não tenha processos claros que permitam detectar quais são os reais problemas da rede hoje. Recomendamos uma revisão dos processos e a criação de canais de comunicação para que os franqueados se comuniquem entre si e com a franqueadora.

De 10 a 15 pontos

Aparentemente, a maioria de seus franqueados está contente com os resultados do negócio e as reclamações são pontuais. Mas como o relacionamento de qualquer franqueador com seus franqueados muda ao longo do tempo, recomendamos que você tenha uma ferramenta para acompanhar constantemente o nível de satisfação da rede, como o software Raio-X Cherto.

Fonte: http://cherto.com.br/faca-o-teste-para-avaliar-a-satisfacao-da-rede-de-franquias/

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4/8/2013

O Brasil Pós-Manifestações e as Franquias

Marcelo Cherto faz palestra no RJ sobre "O Brasil Pós-Manifestações e as Franquias"

Como as empresas franqueadoras devem agir para sobreviver e crescer no novo ambiente de turbulências e insatisfação generalizada? Marcelo Cherto, presidente do Grupo Cherto, responderá esta e outras perguntas na palestra "O Brasil Pós-Manifestações e as Franquias", que será ministrada no dia 7 de agosto, das 8h30 às 11h, na sede da Associação Brasileira de Franchising (ABF) do Rio de Janeiro.

A participação é gratuita para associados da ABF. Para quem não é associado, o ingresso custa R$ 50.O Centro de Treinamento da ABF no Rio fica na Ru a Gildásio Amado, 55, na Barra da Tijuca. Mais informações em www.abfrj.com.br ou pelo e-mail cursoseeventos@abfrj.com.br.

Participe!

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7/7/2013

Franqueadores falam sobre os desafios que o setor enfrenta hoje

Como as redes de franquias podem lidar com a mudança do perfil do franqueado, o encarecimento dos pontos de venda, a escassez de mão de obra, o aumento da concorrência e o risco que tudo isso representa para a rentabilidade das empresas?

Algumas dessas respostas foram dadas durante a palestra Novos Desafios do Franchising, promovida hoje (28/05) pelo Grupo Cherto no auditório da Livraria da Vila do shopping Pátio Higienópolis, em São Paulo.

A palestra fez parte da comemoração dos 20 anos do Franchising University, o curso de franquias do Grupo Cherto. O evento contou com a participação de cerca de 60 importantes franqueadores brasileiros.

Eles comentaram quais são os principais desafios que o mercado de franquias enfrenta hoje. Confira abaixo:

"Um dos principais desafios hoje é descobrir como uma rede de franquias pode conviver bem com a internet e aproveitar esse canal. Há vários questionamentos. Cada loja deve ter seu próprio site ou a rede toda deve ter um site só? Como usar a internet para trazer mais clientes para a loja? É um bom desafio."- Fábio e Christiano Oliveira, franqueadores da Flytour

"Encontrar o franqueado certo sempre foi difícil, mas o processo se tornou ainda mais competitivo nos últimos anos porque agora os candidatos têm muitas opções de investimento. E mesmo quando você encontra a pessoa ideal, chega a hora de enfrentar outro desafio: a busca por um ponto comercial bom e com preço razoável, para que o negócio seja economicamente viável." - Alberto Carneiro Neto, franqueador da Casa do Pão de Queijo

"O principal desafio é preparar os executivos para serem empresários. Essa transformação exige outro tipo de postura e agilidade, para que toda rede possa ser mais rápida e se movimentar ao mesmo tempo" - Rodrigo Abreu, franqueador da Alphagraphics do Brasil

"A logística, para o meu setor, é um desafio enorme - nunca pode faltar produto na loja. Além disso, a falta de mão de obra também tem um grande impacto sobre o negócio." - Jae Hoo Lee, presidente do Grupo Ornatus (que reúne as marcas Morana, Baloné, Jin Jin Wok, Jin Jin Sushi, My Sandwich e Little Tokyo)

"Uma das maiores dificuldades para a expansão é o alto custo dos pontos comerciais. Principalmente para marcas que, como a Lavasecco, miram um público de alta renda - e por isso precisam instalar lojas em áreas nobres" - Maria Alzira Linares, franqueadora da Lavasecco

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5/7/2013

Grupo Cherto realiza 59ª edição do curso de formação de executivos Franchising University

De 19 a 23 de agosto, o Grupo Cherto realiza a 59ª edição da Franchising University, curso intensivo de formação de executivos em Franchising em que são explorados todos os aspectos relevantes do sistema de franquias.

O conteúdo envolve o funcionamento completo de uma rede, desde a estratégia inicial de expansão à implantação e gestão da empresa. Além de conceitos teóricos, como aspectos legais e estrutura financeira, o curso compreende cases de sucesso, com a participação de especialistas de diversos segmentos, permitindo a troca de experiências entre os participantes e a visualização prática do conteúdo apresentado.

O curso conta com consultores do Grupo Cherto e com profissionais do segmento, trazendo diferentes visões do mercado.No último dia do treinamento, será realizada a visita a uma empresa franqueadora para ver na prática como funciona uma operação de franchising bem estruturada. O investimento é de R$ 3.980,00.

Criado pelo Grupo Cherto, o curso Franchising University completa 20 anos em 2013. O treinamento foi elaborado para disseminar os principais conceitos do franchising num tempo em que pouco se falava sobre franquias no Brasil. "Digo com orgulho que muitos dos principais franqueadores brasileiros da atualidade foram alunos da Franchising University", afirma Marcelo Cherto, presidente do Grupo Cherto.

Data: 19 a 23 de Agosto de 2013
Horário: 8h30 às 19h
Local: Hotel Mercure
Endereço: Alameda Itu, 1151 - Cerqueira César - São Paulo
Investimento R$ 3.980,00
Mais informações: http://cherto.com.br/cursos/franchisinguniversity/

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10/6/2013

Com a consolidação e o crescimento do mercado, aumenta o número de multifranquias

O processo de consolidação no mercado brasileiro de franquias vem ganhando força nos últimos tempos com o surgimento de multifranqueadoras, isto é, empresas que detêm várias marcas, como o Grupo Multi, dono da Wizard e de outras escolas de idiomas; o Trigo, que atua na área de alimentação com bandeiras como Spoleto, Koni Store e Domino’s; e o SMZTO Participações, que controla redes como o Instituto Embelleze e o restaurante L’Entrecôte de Paris, entre outras. Essas holdings de franquias têm uma coisa em comum: um enorme apetite para engordar cada vez mais seu portfólio de empresas.

"É uma prova de que o mercado brasileiro entrou no estágio de maturidade", afirma Marcelo Cherto, presidente da consultoria Cherto. "Acredito que veremos muito mais operações desse tipo acontecendo por aqui nos próximos anos." Segundo ele, essa é uma tendência mundial e cita como exemplo o caso da americana Yum! Brands, que detém as marcas KFC, Taco Bell e Pizza Hut e é a maior empresa de restaurantes do mundo, com 39 mil unidades em mais de 125 países. No Brasil, a movimentação tem atraído os fundos de private equity. É o caso do Multi Educação, que concentra o maior número franquias educacionais do País.

Em 2010, o Multi recebeu um aporte de R$ 200 milhões da Kinea, empresa de investimentos do banco Itaú que se tornou sócia-minoritária. Em novembro daquele ano, o grupo Multi, dono das marcas Wizard e Skill, no ensino de idiomas, e Microlins, SOS e People, da área de ensino profissionalizante, adquiriu também a rede Yázigi. Em 2012, o grupo faturou R$ 3 bilhões. Segundo Carlos Wizard Martins, fundador do Multi Educação, contar com várias redes permite ao grupo ter produtos bem posicionados para atender a diferentes faixas de público. "O mercado de ensino de idiomas e profissionalizante é muito vasto, já que apenas cerca de 2% de toda a população brasileira fala inglês fluentemente", diz Martins.

"Além disso, as aquisições de redes realizadas nos últimos anos permitiram que o grupo ganhasse força para enfrentar a concorrência." O grande desafio das holdings de franquias é manter cada uma das marcas sempre atualizadas, com produtos e tecnologia de ponta. Para garantir a qualidade tanto na gestão do negócio, quanto nos itens comercializados nas diferentes redes (Spoleto, Domino’s e Koni Store), o grupo Trigo dispõe de duas fábricas próprias e uma distribuidora, obtendo assim a soberania

na cadeia de suprimentos de suas redes de alimentação.

"Nosso objetivo é manter a integridade de cada marca e, ao mesmo tempo, aproveitar a sinergia proporcionada", diz Eduardo Ourivio, vice-presidente do Trigo, que conta com 408 unidades abertas no País. A expectativa é abrir mais 104 lojas até o final do ano. Ourivio acredita que o grupo Trigo tenha fôlego para ter mais duas ou três novas redes em seu portfólio. Expansão também é a palavra de ordem na SMZTO Participações, uma holding de franquias multissetoriais, com 12 diferentes marcas.

"Pretendemos chegar a 15 marcas até o final do ano", diz José Carlos Semenzato, fundador e presidente da SMZTO. Segundo ele, o modelo multifranqueador permite ganho de escala e um maior

poder de compra, seja na aquisição de insumos ou na negociação com veículos de mídia. Todos os meses, Semenzato, que só entra em negócios em que possa ter no mínimo 50% de participação, promove uma reunião de conselho com os sócios de cada uma das marcas. "Assim posso consolidar os res ultados no balanço", diz Semenzato. As metas do empresário são ambiciosas. Em 2012, a SMZTO faturou R$ 175 milhões com 662 lojas e a expectativa é terminar 2013 com um faturamento de R$ 270 milhões e 1.179 franquias.

"Em cinco anos, pretendo chegar a R$ 1 bilhão, com algo entre 4 mil e 5 mil unidades de 20 marcas", diz ele.

Fonte: http://www.abrasel.com.br/index.php/component/content/article/7-noticias/2159-100613-com-a-consolidacao-e-o-crescimento-do-mercado-aumenta-o-numero-de-multifranquias.html

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02/05/2013

5 ações de como divulgar seu negócio sem gastar muito

Tanto para pequenas empresas quanto para aquelas que já têm o nome consagrado, é essencial estabelecer boas estratégias de marketing para que o negócio cresça. Mas, ao contrário do que muitos empreendedores pensam, quando o assunto é fazer ações para chamar a atenção do cliente, não é preciso necessariamente gastar rios de dinheiro.

Você pode, sim, ter planos efetivos, e que não custam quase nada. "Como o mundo está cada vez mais competitivo, a pequena empresa tem mais dificuldade para se posicionar. Por isso, é preciso fazer ações que tragam o cliente para perto da marca", recomenda Rose Mary Lopes, professora no curso de Administração e coordenadora do Núcleo de Empreendedorismo da ESPM.

1. Esteja nas redes sociais

As redes sociais têm um papel fundamental para divulgar o seu negócio. "Use-a como uma forma de passar informações úteis para aqueles que curtem a sua página. Procure, sempre, passar dados relevantes sobre o seu setor, pois isso fará com que você seja bem visto, além de aumentar a popularidade do seu negócio", recomenda Marcelo Cherto, especialista em vendas. Boa estratégia é manter um blog com notícias bacanas sobre o que rola no mundo em que o seu negócio está inserido.

2. Direcione sua ação

Para que você seja reconhecido, é preciso que a sua marca esteja presente nos locais onde o seu público alvo está. Por isso, faça ações concentradas ali. "Se você quiser falar com universitários, coloque um pequeno quiosque nas principais faculdades; caso seu ramo seja a indústria, uma boa escolha é fazer parte das associações e clubes voltados para esse setor, pois, em geral, lugares assim admitem ações diretas e você não precisa pagar muito para estar por lá", aconselha Rose.

Para que essas promoções direcionadas sejam ainda mais divulgadas, uma boa estratégia é fazer parcerias com fornecedores que tenham relação com o público que você quer atingir. "Dessa forma, você pode chegar direto ao cliente e terá retorno garantido. Se você quer falar com mulheres, um bom lugar é o salão de cabeleireiro ou academias voltadas para esse público, por exemplo. Já se você quer que os homens vejam o seu produto, bons lugares são lojas de automóveis e clubes", considera a professora.

Aprenda a divulgar aquilo que sua empresa tem de melhor. "Você pode fazer parcerias com formadores de opiniões com influência no seu ramo, para que eles endossem o seu produto", diz Rose.

4. Crie uma relação emocional com o cliente

As pessoas não compram apenas pensando no produto. Elas sempre criam alguma relação emocional com o que é adquirido, por mais objetiva que a compra seja. "Mostre ao cliente que você não está ali apenas para vender. Pelo contrário, demonstre a sua preocupação com a satisfação que você quer que ele tenha com a compra. Cliente satisfeito significa que ele provavelmente voltará a comprar na sua empresa", avalia Cherto.

5. Faça um cadastro personalizado

Faça um cadastro aprofundado dos clientes que costumam frequentar o seu negócio. Isso causará boa impressão e tem um baixo custo. "É preciso que o empreendedor volte a enxergar o cliente como freguês, e não apenas como mais um que comprou algo no seu negócio. Anote quais são as preferências dele e ligue para avisar quando algo que possa interessá-lo chegou ao seu estabelecimento. Isso cria um vinculo entre você e o consumidor", aponta Cherto.

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/5-acoes-para-divulgar-seu-negocio-que-nao-custam-quase-nada?page=2

Comentarios
  • Sandra Portugal
    27/05/2013 23:14
    Abordagem clara para quem está começando e não é de marketing. Muito bom pensar a respeito.Obrigada!Sandrawww.projetandopessoas.com.br

    RESPONDER

  • David Ribeiro
    06/12/2013 00:10
    uma pergunta... qual é a terceira (3) ... não achei .. as outras são bem legais.. mas acho que ta faltando algo.

    RESPONDER

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12/03/2013

Algumas informações básicas sobre franquia

Clique aqui para assistir a uma entrevista minha na GloboNews (programa Conta Corrente), na qual foram discutidos alguns aspectos interessantes (e raramente discutidos) de uma operação de Franchising.

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10/01/2013

Orientação gratuita para quem pensa em investir numa franquia...

... mas tem dúvidas a respeito do assunto.

Clique aqui, preencha o formulário e agende uma reunião com um especialista da Franchise Store que vai orientar (e não conduzir) você.

Fique tranquilo: ninguém vai lhe "empurrar" uma franquia, nem forçar a barra tentando convencer você de que seu perfil é perfeito para esta ou aquela franquia. O objetivo da Franchise Store é orientar você, evitando que entre numa franquia por falta de uma visão clara sobre o que são e como funcionam as franquias, ou por investir numa franquia que não é adequada para você.

Um mercado formado por investidores e empreendedores conscientes e bem informados é um mercado melhor para quem atua com seriedade.

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Sobre o Autor Sobre o Blog
Marcelo Cherto é presidente do Grupo Cherto, membro da Academia Brasileira de Marketing e autor de livros, como Somos Todos Vendedores Procuro ampliar horizontes. Os meus e os daqueles que me cercam. 1% ao dia, todos os dias


Nem sempre os especialistas acertam

Não sei você, mas eu não aguento mais ler nem assistir a entrevistas com especialistas que preveem diariamente a "derrocada do capitalismo", o "fim dos tempos" e tudo quanto de pior possa acontecer às empresas e à economia mundial. Será que dá mesmo para guiar nossas ações pelo que dizem esses "arautos do caos"?

A verdade é que, na História da Humanidade, muitos especialistas já cometeram erros estrondosos em suas previsões. Quer uma prova concreta? Que tal as frases a seguir? Por mais que pareçam piadas, foram mesmo pronunciadas a sério por especialistas nas respectivas áreas:

Não há motivo para alguém querer ter um computador em casa. [Ken Olson, fundador e presidente da DEC - Digital Equipment Corporation, em 1977]

Quem diabos iria querer ouvir a fala dos atores, num filme? [H.M. Warner, fundador da Warner Brothers]

Não gostamos do som deles. E, além disso, música de guitarras logo vai sair de moda.[executivo da Decca Records que se recusou a contratar os Beatles, em 1962]

Tudo o que o Ser Humano poderia inventar já foi inventado. [Charles H. Duell, então Diretor do Departamento de Patentes dos EUA, em 1899]

Até junho deste ano, o Rock’n Roll vai sair de moda. [revista Variety, no início de 1956]

Esse tal de telefone tem muitas falhas para ser levado a sério como um meio de comunicação. Esse aparelho é inerentemente desprovido de qualquer valor para nós.[memorando interno da Western Union, em 1876]

Portanto, antes de entrar em desespero com o que você lê nos jornais, escuta no rádio ou assiste na TV, tenha fé em si mesmo, entenda seus clientes, ofereça o que eles querem de um jeito melhor que seus concorrentes, por um preço que aqueles estejam dispostos a pagar e que seja mais do que você gasta para produzir e entregar o que lhes vende.

Inove continuamente (em produtos, soluções, abordagens, canais de vendas, modelos de negócio, etc.), seja relevante, faça uma diferença positiva na vida de seus clientes e nunca se acomode.

E você vai ver que as previsões dos tais "arautos do caos" não vão se materializar. Ao menos, não para você e sua empresa.

Comentarios
  • Wilson Grison
    16/01/2013 08:31
    Concordo com o erro nas previsões mas é bom lembrar que a frases ditas devem ser analisadas na linha do tempo e com as informações e o mercado existentes. Realmente, opiniões e inovações contém embutido um alto risco. Mas, é melhor fazê-las do que ficar parado. É assim que conduzo meus negócios. Vou pela tendência e me transporto para anos adiante. Se vejo que o cenário caminha para lá, procuto me antecipar.Grato pela reflexão.

    RESPONDER

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Somos todos vendedores ...

Você, eu, seus parentes, seus vizinhos, todo mundo que você conhece, cada qual a seu jeito, somos todos vendedores. Estamos sempre vendendo alguma coisa: uma ideia, um projeto, um produto, um serviço, uma mudança, uma não-mudança, etc. Sempre que a gente tenta convencer alguém (marido, mulher, pai, filho, chefe, sócio, subordinado, ou quem seja) a fazer ou deixar de fazer algo, está vendendo.

Se é assim, é conveniente que você saiba claramente em qual dos 4 perfis clássicos de vendedor você se enquadra. Veja no post abaixo (25/7) o texto que escrevi para a Exameno qual descrevo esses 4 perfis.

Afinal, o primeiro passo para alguém ser melhor naquilo que faz é se conhecer mais a fundo.

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4 tipos clássicos de vendedores

Para contratar um bom vendedor, ou um bom time de vendas, você precisa ter clareza do que busca. Sim, porque há pelo menos quatro perfis de vendedores.

O amigão: ele é caloroso, sedutor e está sempre tentando se conectar emocionalmente com cada cliente. Muitos do que têm esse perfil não são realmente vendedores, são tiradores de pedido. Só vendem se o cliente quiser mesmo comprar, já que, no geral, têm medo de ouvir não. O que significa que raramente oferecem alguma coisa ao cliente e só esperam que ele peça. Fugir do não é bem diferente de correr atrás do sim.

O lógico: tem uma abordagem totalmente racional, praticamente sem emoção. Tende a se tornar um especialista no que vende e só vende aquilo que conhece profundamente, para pessoas cujas necessidades é capaz de compreender a fundo. Se for lidar somente com compradores racionais, terá grande chance de sucesso.

O consultor: é uma mistura dos dois perfis anteriores. Conhece profundamente o que vende e, com perguntas formuladas corretamente, consegue compreender as necessidades do cliente, estabelecer uma relação de confiança e propor a melhor solução. De forma geral, não tem medo de ouvir não. Sabe que para cada sim vai ter que ouvir três, cinco ou 10 negativas e que isso faz parte da vida.

O manipulador: o que este tipo faz é quase bullying. Mente, faz pressão, pratica "empurroterapia". Infunde no comprador medo de fazer papel de bobo e de se dar mal. Eu não quero gente assim na minha equipe, mas há gestores que gostam dos resultados de curto prazo que um profissional assim consegue gerar.

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